Foto/Divulgação: Bruno Maia / Maricá F.C
Foto/Divulgação: Bruno Maia / Maricá F.C
Tsunami fecha a primeira fase com o melhor sistema defensivo do Carioca. Time sofreu apenas sete gols em 11 partidas, menos de um por jogo
Há uma máxima no futebol de que bons ataques ganham jogos, mas defesas sólidas conquistam campeonatos. E o Maricá F.C tem seguido à risca esse preceito. A campanha do Tsunami na primeira fase do Campeonato Carioca Série A2 teve vários destaques, mas um deles chamou atenção: a consistência defensiva.
Com apenas sete gols sofridos em 11 jogos disputados, impressionante média de 0,63 gol por partida, o Tsunami terminou a fase classificatória com a defesa menos vazada da competição. O desempenho foi determinante para a equipe garantir a classificação para as semifinais com duas rodadas de antecedência.
Os números comprovam a eficiência do sistema defensivo maricaense. Em toda a primeira fase, o Tsunami sofreu gols em apenas quatro partidas e passou sete jogos sem ser vazado, demonstrando equilíbrio, organização e comprometimento coletivo ao longo da campanha.
Mais do que o desempenho da linha de defesa e dos goleiros, a marca é resultado de um trabalho construído por todo o elenco. Da pressão exercida pelos atacantes na saída de bola adversária à atuação dos defensores e do goleiro, todos os setores tiveram participação direta na construção da trincheira azul, branca e vermelha.

Trincheira azul, branca e vermelha
Titular da meta e líder da defesa maricaense, o goleiro Neguet ressaltou a importância do trabalho coletivo para a boa performance do time no setor.
“Acredito que esse desempenho defensivo é fruto do comprometimento de todo o grupo. Quando a equipe entende a importância de marcar e ajudar em todas as fases do jogo, o trabalho fica mais eficiente. Os atacantes iniciam essa pressão lá na frente, os meio-campistas ajudam na recomposição e a defesa consegue trabalhar de forma mais organizada. É uma conquista coletiva e que mostra a força do nosso elenco”, afirmou o arqueiro do Tsunami.
O técnico Marcus Alexandre também destacou o comprometimento dos jogadores com a proposta de jogo da equipe e valorizou a dedicação demonstrada durante toda a primeira fase.
“Sempre falamos internamente que defender bem é uma responsabilidade de todos. Esses números refletem o quanto os atletas compraram a ideia de que trabalhar coletivamente é o caminho mais curto para a vitória. Temos jogadores que se entregam em cada lance e entendem a importância da organização sem a bola. Fico feliz pelos resultados alcançados, mas sabemos que o mais importante ainda está por vir.”
Agora, o desafio do Maricá F.C é levar essa mesma consistência para a fase decisiva da competição. O Tsunami inicia neste sábado (11), às 17h, no Estádio do Trabalhador, em Resende, a disputa das semifinais contra o Resende, em um confronto que vale vaga na grande decisão do Carioca Série A2.
Com uma das campanhas mais regulares do campeonato e sustentado pela melhor defesa da primeira fase, o Maricá F.C espera transformar a eficiência defensiva em mais um trunfo na caminhada em busca do título e do retorno à elite do futebol carioca.

Fonte: Comunicação Maricá F.C