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Condutas praticadas em plataformas digitais e aplicativos podem gerar responsabilização criminal
Com a popularização das redes sociais e a ampliação do acesso à internet, a violência contra a mulher também passou a ocorrer no ambiente digital. De acordo com dados do DataSenado, 8,8 milhões de mulheres no Brasil, uma em cada dez com 16 anos ou mais, já sofreram violência digital. Redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas podem ser utilizados para intimidar, perseguir, ameaçar e constranger vítimas, criando novas formas de violência que ultrapassam os espaços físico e doméstico.
Além disso, a Ser Educacional, mantenedora da UNINASSAU, oferece bolsas de graduação digital 100% gratuitas para mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa faz parte do programa Ser Mulher, que conta com o apoio do Instituto Maria da Penha e Grupo Mulheres do Brasil, o qual também oferta apoio psicológico, suporte emocional e atendimento jurídico para as vítimas tirarem dúvidas e receberem assistência durante todo o processo. Os serviços são realizados nas Clínicas-Escola de Psicologia e no Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) das unidades.
Fonte: Samara de Oliveira Ramos – UNINASSAU
