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A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, inaugura, na próxima terça-feira, dia 12 de maio, mais três unidades do programa Cozinhas Comunitárias Cariocas, ampliando a rede de segurança alimentar na cidade. Com as inaugurações, o município reforça uma política pública que já conta com 75 cozinhas em funcionamento em diferentes comunidades e bairros do Rio.
As novas cozinhas já estão em funcionamento e estão localizadas nos bairros de Bangu e Realengo.
As unidades são:
• Cozinha Comunitária Carioca Dona Santinha – Rua General Raposo, 41, Realengo
• Cozinha Comunitária Carioca Odete Gomes – Rua Corrêa Teixeira, 79, Realengo
• Cozinha Comunitária Carioca Cantinho do Bem da Saibreira – Travessa São Judas Tadeu, 2000, Saibreira, Bangu
Programação das inaugurações:
• 11h – Inauguração da Cozinha Comunitária Carioca Dona Santinha
• 11h45 – Inauguração da Cozinha Comunitária Carioca Odete Gomes
• 12h30 – Inauguração da Cozinha Comunitária Carioca Cantinho do Bem da Saibreira
Lançado em junho de 2022, o programa vem ampliando significativamente sua capacidade de atendimento. Em seu primeiro ano, foram distribuídas 618 mil refeições. Em 2024, esse número saltou para mais de 2,4 milhões. Quase quatro vezes mais. No acumulado entre 2022 e março de 2026, já são mais de 9,4 milhões de refeições gratuitas destinadas a pessoas em situação de insegurança alimentar.
As cozinhas funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h, com distribuição de refeições no horário do almoço, geralmente entre 11h e 13h. Cada unidade serve, em média, 280 refeições por dia, todas gratuitas.
Os pratos são nutricionalmente balanceados, compostos por arroz, feijão, proteína, legumes e fruta, totalizando cerca de 560 gramas. Os beneficiários recebem as refeições para consumo em casa. As Cozinhas Comunitárias Cariocas fazem parte da Rede de Segurança Alimentar e Nutricional do município e operam em regime de cogestão com entidades parceiras, fortalecendo a atuação territorial e o combate à fome na cidade.
O secretário municipal de Trabalho e Renda, Manoel Vieira, destacou o impacto social do programa no dia a dia da população. “Quando a gente chega numa cozinha comunitária carioca e vê a fila formada, não é só sobre comida. É sobre dignidade, é sobre cuidado com quem mais precisa. Cada refeição entregue ali carrega um pouco de esperança. Nosso trabalho é garantir que essas pessoas não sejam esquecidas e que tenham, todos os dias, o básico na mesa”, disse.

