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Eduardo Paes. Foto/Divulgação

Candidato ao governo do estado pelo PSD citou como exemplo o trabalho daCIVITAS, da Prefeitura do Rio, que conta com câmeras inteligentes de monitoramento da cidade e barreiras digitais com integração de outros municípios

O candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), visitou nesta sexta-feira (4/9) a Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (CIVITAS) e o CompStat Rio. As duas iniciativas em segurança pública foram adotadas na cidade do Rio durante as gestões de Paes à frente da administração municipal. Acompanhado pela candidata a vice-governadora Jane Reis (MDB) e pelo candidato ao Senado, Pedro Paulo (PSD), Paes prometeu que, se eleito, instalará câmeras inteligentes e barreiras digitais integradas em todas as cidades do estado para combater a criminalidade.

Confira o vídeo:

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— O principal problema do Estado do Rio de Janeiro é a segurança pública. Quero usar o exemplo da CIVITAS, da Prefeitura do Rio. Distribuir câmeras inteligentes e barreiras digitais no estado inteiro para auxiliar as forças de segurança na prevenção do crime. Outro grande problema é o processo de investigação, o que acaba gerando um baixo nível de elucidação dos crimes. Vamos usar muita tecnologiaintegrada aos municípios, especialmente na Baixada Fluminense e na região de São Gonçalo, para que possamos diminuir a criminalidade no estado — disse Eduardo Paes.

Eduardo Paes. Foto/Divulgação

Paes ressaltou que vai investir em inteligência e investigação:

— Esses são os pilares fundamentais da segurança pública. Ajudam muito a combater roubos, furtos, homicídios e todo tipo de crime com tecnologia. Essa iniciativa já está funcionando aqui na Prefeitura do Rio e contribuindo com as forças policiais.

Criado por Eduardo Paes em junho de 2024, quando era prefeito, a CIVITAS é a maior central de produção de provas do país. Hoje, a capital tem 13 mil câmeras, sendo mais de 3.500 supercâmeras inteligentes. São mais de 6.700 investigações e inquéritos apoiados e 13 mil equipamentos de monitoramento, incluindo mais de 3.500 supercâmeras. Para se ter uma ideia da importância da CIVITAS na estrutura da segurança pública, a cobertura é realizada em todos os bairros do Rio, com cerca de 348 mil alertas em tempo real por dia. São realizadas 10 milhões de leituras de placas de veículos diariamente.

Eduardo Paes. Foto/Divulgação

A CIVITAS utiliza inteligência artificial para agilizar inquéritos e mapear dinâmicas criminais comuns, contando com a implantação e expansão do chamado Cerco Eletrônico e das Muralhas Digitais. Essas ferramentas integram a tecnologia entre municípios da Região Metropolitana para rastrear trajetos sem interrupções. A Prefeitura do Rio, por exemplo, já firmou acordos com os municípios de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e Niterói para monitorarem juntos o combate ao crime. Atualmente, na capital, há dois pórticos e semipórticos das Muralhas Digitais; 16 serão implantados até o final do ano e outros 56 até 2028. No dia 16 de setembro, uma nova Muralha Digital será implantada na subida da Ponte Rio-Niterói, no lado do Rio.

Outra iniciativa de Eduardo Paes para a segurança foi o CompStat Rio, um instrumento de gestão estratégica e operacional baseado na análise de dados e indicadores. O modelo é inspirado no sistema de gerenciamento policial da Polícia de Nova York. O objetivo é otimizar as ações de segurança por meio de reuniões periódicas entre as autoridades municipais para organizar a atuação de acordo com a realidade criminal de cada território. Nesses encontros, são analisados dados, definidas prioridades e formuladas novas estratégias de atuação. Ou seja, o CompStat integra o Sistema Municipal de Segurança ao lado da Política Municipal de Segurança Pública e da Política Municipal de Governança da Informação.

Fonte: Ascom 

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