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O Consórcio Central da Cidadania presta serviços ao Governo do Estado do Rio de Janeiro desde 2008 (18 anos). Ao longo desse período, teve seus contratos regularmente auditados, com prestação de contas e serviços aprovados pelos órgãos competentes. O Consórcio informa, ainda, que há cerca de 120 dias aguarda o pagamento de aproximadamente R$ 57,28 milhões, referentes aos serviços prestados e necessários à manutenção da operação, que atualmente envolve 657 funcionários.
Diante da imprevisibilidade quanto à regularização dos pagamentos, o Consórcio precisou notificar o Governo do Estado nesta quinta (10) que poderá ser necessária a descontinuidade da prestação dos serviços, caso persista a inadimplência. Já que não há mais caixa para arcar com os custos da operação e dos funcionários.
O consórcio afirma que não há irregularidades na prestação do serviço. O consórcio nunca foi notificado pelo Governo RJ de qualquer procedimento de auditoria administrativa e, portanto, nunca foi dada a oportunidade de apresentar dados, documentos e informações e entender como os cálculos divulgados hoje à imprensa estão sendo feitos. Cerceando o direito de resposta e a necessária transparência exigida pelo processo contratual legal.
Ao longo de sua atuação, o Consórcio Central da Cidadania consolidou uma operação voltada à ampliação e à facilitação do acesso da população aos serviços públicos, combinando atendimento presencial e soluções digitais. Desde o início da operação, já foram realizados mais de 75 milhões de atendimentos, abrangendo mais de 200 serviços públicos.
Atualmente, as unidades realizam, em média, 42 mil atendimentos presenciais por dia, com variação de aproximadamente 38 mil a 45 mil atendimentos diários, demonstrando a dimensão e a relevância da operação para a população fluminense.
O Consórcio permanece à disposição para prestar os esclarecimentos necessários e reafirma seu compromisso com a transparência, a qualidade dos serviços prestados e o atendimento ao cidadão e espera que as questões contratuais e financeiras sejam solucionadas de forma célere, de modo a garantir a continuidade dos serviços à população.
Fonte: Ascom
