Arte 2026 DIVAS (1) (1)

Uma Saudação às Divas comemora 10 anos na Sala Nelson

Prepare-se para viver uma experiência emocionante e grandiosa com Uma Saudação às Divas, um espetáculo que celebra, no palco da Sala Nelson Pereira dos Santos, na sexta, 02 de outubro, às 21h, 10 anos de sucesso, homenageando algumas das maiores vozes da música mundial em uma turnê especial pelo Brasil.

No palco, Claudia Nascimento, Jessy e Rafael Oliveira dão vida a verdadeiros ícones da música internacional, interpretando clássicos eternos de Whitney Houston, Aretha Franklin, Mariah Carey, Tina Turner, Shania Twain, Adele, Celine Dion e com uma grande novidade em um lindo bloco em homenagem a Beyonce.

Ao longo de uma década, o espetáculo já emocionou mais de 100 mil pessoas, conquistando platéias com performances potentes, cheias de emoção e excelência artística. Nesta edição comemorativa de 10 anos, o público pode esperar ainda mais surpresas, momentos inéditos e releituras especiais.

Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para essa celebração: os figurinos, produzidos em Nova York, são réplicas fiéis dos trajes usados pelas divas homenageadas, reforçando a grandiosidade do espetáculo. Com banda ao vivo, bailarinos incríveis e mais de 50 trocas de figurino, “Uma Saudação às Divas” proporciona uma experiência visual e musical inesquecível.

Um espetáculo feito para emocionar, arrepiar e celebrar a força das grandes divas da música.

Ficha Técnica

Intérpretes: Claudia Nascimento, Jessy e Rafael Oliveira
Produção: Danielson Maroto e Luana Leal.
Direção e Criação: Rafael Mello
Direção Musical: Philipe Furtado
Coreografias: Nathan Coder, Paula Tinoco e Caio Bastos.
Realização: R.M. Alvim Produções


Serviço

Uma Saudação às Divas – Celebrando 10 Anos.
Data: Sexta, 02 de outubro de 2026

Horário: 21h
Duração: 90min
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: R$ 190 (inteira)
Vendas pelo Fever, ou na bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Avenida Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos – Niterói

 

Ensemble PHOENIX apresenta “O Teatro da Cura”, no Municipal

Com direção de Myrna Herzog, Ensemble PHOENIX percorre diferentes períodos da música antiga em programas comentados.

Com apresentação agendada para o Theatro Municipal de Niterói, na quarta-feira, 07 de outubro, às 19h, em O Teatro da Cura: Música e Medicina o grupo propõe um percurso pela música de câmara em diferentes formações, com concertos comentados e o uso de instrumentos de época – alguns deles originais do século XVIII.

O espetáculo O Teatro da Cura, parte da série “Viagem no Tempo”, apresenta uma reflexão sobre as maneiras como a sociedade lidou com os males físicos e os desafios da saúde ao longo dos séculos. Através de peças musicais do período barroco, a montagem relaciona práticas históricas de cuidado com obras de compositores renomados. A interpretação é realizada com instrumentos históricos, preservando a sonoridade e a técnica do repertório selecionado, e a apresentação combina trechos narrativos e de caráter cômico para contextualizar a relação entre arte, história e a figura do médico. O espetáculo traz um retrato musical divertido e sentimental da medicina e dos médicos, com suas pílulas, cirurgias, elixires e encantamentos para lidar com os males da condição humana.

No programa, música de Bach, Haendel, Lully, Couperin, Marais, Charpentier, Kuhnau. Com Laura Rónai, (flauta barroca), Roger Ribeiro (violino barroco), Eduardo Antonello (cravo), e Myrna Herzog (viola de gamba).

A programação da série Viagem no Tempo teve início em maio com o programa “Plantas Exóticas”, no Solar de Botafogo e no Theatro Municipal de Niterói. Retornou em agosto com “Conversa Galante”, ampliando o circuito para Petrópolis, na Casa Stefan Zweig. A temporada se encerra com “O Teatro da Cura: Música e Medicina”, nos palcos de Niterói, Solar de Botafogo e do Centro de Música Carioca Arthur da Távola na Tijuca.

“Concebi esta série como uma viagem turística pelo Tempo. Utilizando o som inigualável dos instrumentos de época como máquina propulsora, cada concerto nos leva a um mundo diferente: em “Plantas Exóticas” visitamos a paixão dos europeus Telemann, Handel e Graun pelas descobertas botânicas do Novo Mundo; em “Conversa Galante”, vamos fruir a música dos saraus; e finalmente em “O Teatro da Cura”, vamos visitar a medicina e os médicos dos séculos 16, 17 e 18. Tudo com muito bom humor, sempre dialogando como o presente, com o Brasil – e com a qualidade que se tornou sinônimo do nosso nome, explica Myrna Herzog.
Fundado em 1998 em Israel e hoje também sediado no Rio de Janeiro, o Ensemble PHOENIX, dirigido pela renomada regente e violinista da gamba Myrna Herzog, é referência mundial na música antiga, com 17 álbuns e dezenas de vídeos disponíveis nas plataformas digitais. Utilizando instrumentos de época, o grupo interpretou obras da Idade Média no início do século XIX, sendo frequentemente elogiado pela crítica como “magistral”, “único” e “extraordinário”.

O Ensemble PHOENIX tem tido papel fundamental na divulgação da música brasileira no exterior, com destaque para a única gravação mundial do Credo do Imperador Pedro I em instrumentos históricos, além de importantes obras de José Maurício Nunes Garcia.

Myrna Herzog é internacionalmente reconhecida como violista da gamba, regente e pesquisadora, com artigos publicados em periódicos de prestígio e no New Grove Dictionary of Music and Musicians. Pioneira da viola da gamba no Brasil, foi a primeira gambista profissional do país, fundando o primeiro curso do instrumento e a primeira orquestra barroca brasileira, a Academia Antiqua Pró-Arte. Como solista atuou em 25 países, apresentou-se com a Filarmônica de Israel e como regente dirigiu óperas e oratórios, ministrou oficinas no Brasil e na Royal Academy of Music de Londres. Sua discografia disponível em plataformas digitais reúne 22 gravações como regente e intérprete na viola da gamba, quinton, vielle e violoncelo barroco e moderno.

Foto/Divulgação

Serviço

O Teatro da Cura | Série “Viagem no Tempo” com Ensemble PHOENIX
Data: Quarta-feira, 07 de outubro de 2026

Horário: 19h
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 60min
Ingressos: R$ 80,00 (R$ 60,00 na compra antecipada até o dia 06/10)
Vendas pelo Fever, ou na bilheteria do Theatro
Local: Theatro Municipal de Niterói
End: Rua XV de Novembro, 35, Centro – Niterói
Site: www.tmjc.com.br

 

Exposição de Elza Suzuki aborda as transformações da natureza por meio da pintura e do gelo

Mostra com curadoria de Desirée Monjardim será inaugurada em 6 de outubro, na Sala José Cândido de Carvalho, em Niterói, e permanece em cartaz até 4 de dezembro

A Fundação de Arte de Niterói (FAN) recebe, a partir do dia 6 de outubro, a exposição da artista Elza Suzuki, que apresenta uma produção marcada pela investigação da natureza, da paisagem e das transformações ambientais do planeta. Com curadoria de Desirée Monjardim, a mostra será inaugurada às 18h, na Sala José Cândido de Carvalho, no Ingá, e poderá ser visitada até 4 de dezembro.

A exposição reúne trabalhos em que o gelo, a água e elementos da paisagem são transformados em matéria poética e visual, criando imagens que transitam entre o figurativo e o abstrato. A pesquisa da artista parte da observação direta da natureza e de experiências com diferentes materiais e técnicas, construindo uma reflexão delicada sobre as mudanças ambientais contemporâneas.

As transformações provocadas pelo clima e os impactos da ação humana sobre o meio ambiente aparecem como uma espécie de fio condutor da exposição. O derretimento das geleiras, o movimento das águas e a relação entre floresta e rios são referências para uma produção que não recorre à representação explícita ou agressiva dos conflitos ambientais. Em seu lugar, Elza Suzuki constrói um discurso silencioso, utilizando a beleza e a sutileza das imagens como forma de provocar reflexão.

“Seu protesto é silencioso, puro, através de imagens belas que falam por si”, observa Isis Braga, doutora em Artes Visuais e em Ciências e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), em texto sobre a produção da artista.

Segundo Isis, Elza se apropria do gelo e descobre nele uma outra dimensão, criando imagens monocromáticas que revelam diferentes possibilidades da matéria. A artista parte, em alguns trabalhos, do universo figurativo, como nas imagens relacionadas às viagens e experiências na Amazônia, e também desenvolve processos nos quais o gelo é desfeito e transformado até alcançar resultados abstratos.

“Meu processo parte muitas vezes da experiência direta com a paisagem, de registros, desenhos, fotografias e observações de campo”, explica Elza Suzuki.

A arte botânica também ocupa um lugar importante na pesquisa da artista, aproximando o olhar das formas, estruturas e detalhes do mundo vegetal. A experiência recente na Amazônia ampliou esse repertório e trouxe novas referências para pensar a relação entre água e floresta.

A água participa não apenas dos temas abordados, mas também do próprio processo de criação. Elza trabalha principalmente com pintura e desenho, utilizando acrílica sobre tela e aquarela sobre papel. Em suas obras, explora aguadas, escorrimentos, respingos e diferentes camadas de tinta, permitindo que a matéria participe do processo e produza resultados que nem sempre podem ser completamente controlados.

Em algumas obras, a artista utiliza gelo pigmentado, deixando que o derretimento crie caminhos, manchas e marcas imprevisíveis sobre a superfície. A fotografia e a manipulação digital também são incorporadas ao processo de criação de algumas obras e reproduções.

O resultado é uma produção que une experiência, observação e experimentação, estabelecendo uma relação entre a paisagem e as questões ambientais do nosso tempo.

Da comunicação visual às artes visuais

Formada em Comunicação Visual pela PUC-Rio, Elza Suzuki atuou por mais de 30 anos nas áreas de design gráfico, editorial e comunicação, desenvolvendo projetos para diferentes instituições e empresas.

A partir de 2020, a pintura passou a ocupar um espaço cada vez mais central em sua prática. Desde então, a artista vem aprofundando sua pesquisa por meio da participação em exposições, residências e editais, construindo uma produção que reúne diferentes experiências e linguagens.

Sua trajetória profissional também contribui para a construção de um olhar atento à imagem, à composição e aos processos de comunicação. Na pintura, essa experiência encontra novas possibilidades de expressão, especialmente na relação entre matéria, paisagem e natureza.

Uma reflexão silenciosa sobre o meio ambiente

Ao reunir trabalhos figurativos e abstratos, a exposição propõe ao visitante diferentes formas de perceber a natureza. O gelo, inicialmente reconhecível como elemento da paisagem, torna-se matéria de experimentação e, posteriormente, pode assumir formas que se afastam da representação direta.

Nesse percurso, a obra de Elza Suzuki estabelece uma reflexão sobre um planeta em transformação. A beleza das imagens não elimina a dimensão crítica da pesquisa; ao contrário, cria uma maneira sutil de chamar atenção para as mudanças que atingem as paisagens, os rios, as florestas e as geleiras.

A exposição apresenta, assim, uma artista que encontra na própria matéria da pintura uma forma de falar sobre o presente. Seu trabalho transforma o gelo, a água e a paisagem em elementos de uma narrativa visual que convida o público a observar, contemplar e refletir.

Elza. Foto/Divulgação

Serviço

Exposição: Elza Suzuki
Curadoria: Desirée Monjardim
Abertura: 6 de outubro, às 18h
Visitação: até 4 de dezembro
Local: Sala José Cândido de Carvalho – Fundação de Arte de Niterói (FAN)
Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98 – Ingá, Niterói
Entrada: gratuita

 

ROCK NA VILA CERVEJEIRA RECEBE HABITANTES DE LUGAR NENHUM, ADRIANA NINSK E PEDRO BRAGA E BANDA

No dia 2 de outubro, projeto reúne diferentes vertentes do rock em uma noite de música autoral e performances no Centro de Niterói

O Rock na Vila Cervejeira chega a mais uma edição no dia 2 de outubro, a partir das 19h, reunindo no palco da Vila Cervejeira, no Centro de Niterói, os artistas Habitantes de Lugar Nenhum, Adriana Ninsk e Pedro Braga e banda. Com entrada gratuita, a programação promete duas horas de música e celebração do rock em suas diferentes possibilidades, aproximando artistas da cena independente e do underground carioca.

Entre as atrações da noite está a banda Habitantes de Lugar Nenhum, formada a partir do encontro de músicos com trajetórias na cena underground do Rio de Janeiro. O quarteto reúne Vanessa Hey Teacher (vocal), Léo Victor (guitarra), Enéas S.A. (baixo) e Wesley BAW (bateria), apresentando um repertório marcado pela força do rock e por uma sonoridade pesada.

Fundada por Léo Victor e Liw Maison, a Habitantes de Lugar Nenhum traz em sua formação músicos com experiências em diferentes projetos. Léo Victor e Liw Maison já haviam integrado a banda Prata 71, que foi finalista do festival EBA Rock em 2022. Vanessa Hey Teacher ganhou destaque anteriormente com a banda Subjudice e assumiu os vocais da Habitantes em 2026. No baixo, Enéas S.A. acumula passagens por projetos como Um a Um e participações em trabalhos de artistas e bandas da cena nacional. Nas baquetas, Wesley BAW, ex-baterista da Mostro de Pedra e integrante da The Mancha, passou a integrar a formação em 2025.

A trajetória da Habitantes de Lugar Nenhum também inclui conquistas em festivais e reconhecimento na cena independente. Em 2024, a banda venceu o concurso Futzgrila, realizado com grupos de diferentes partes do Brasil e exibido no programa Tautocronia, do Canal Rock na Ativa. O grupo também teve músicas entre as mais pedidas no programa Onda Nervosa, da rádio Ondas FM, do Rio de Janeiro. Em 2025, a banda foi indicada pela Balbúrdia Records nas categorias de melhor vocalista e ao Prêmio BIC, como melhor banda de rock da Baixada.

A programação conta ainda com Adriana Ninsk e Pedro Braga e banda, ampliando o panorama musical da noite e reunindo diferentes artistas em torno do rock. O encontro reforça a proposta do Rock na Vila Cervejeira de valorizar a produção independente e criar um espaço para artistas apresentarem seus trabalhos ao público de Niterói.

Outro nome ligado à programação é João Pedro, compositor, produtor musical e multi-instrumentista, com formação em Produção Fonográfica pela Faculdade Estácio de Sá, concluída em 2024, e graduando em Licenciatura em Música pela UNIRIO. O músico estudou piano e harmonia funcional com Flávio Paiva, guitarra com Ricardo Marins e jazz com Felipe Poli.

João Pedro atua em diferentes projetos musicais, entre eles Bicho Solto, com apresentações por todo o estado do Rio de Janeiro, Mulheres que Correm com os Loucos e Duane, Braga e Vini, trabalho autoral que já conta com cinco CDs lançados nas plataformas digitais. Paralelamente à carreira como instrumentista, vem desenvolvendo trabalhos de produção musical para diferentes artistas.

Com a diversidade de trajetórias e sonoridades reunidas no mesmo palco, o Rock na Vila Cervejeira se apresenta como um ponto de encontro para quem acompanha a cena autoral e independente. A programação é gratuita e acontece em um espaço já conhecido por receber apresentações musicais e movimentar a agenda cultural do Centro de Niterói.

Foto/Divulgação

SERVIÇO

Rock na Vila Cervejeira
Atrações: Habitantes de Lugar Nenhum, Adriana Ninsk e Pedro Braga e banda
Data: 2 de outubro
Horário: 19h
Duração: 2 horas
Local: Vila Cervejeira
Endereço: Rua Prof. Heitor Carrilho, 250 – Centro, Niterói – RJ
Ingresso: Gratuito

 

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