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Foto/Divulgação: CBF

Por Guilherme Pinheiro

 

O Brasil jogou bem e espantou qualquer desconfiança na fase de grupos da Copa do Mundo. Com um desempenho tático consistente em Miami, a seleção fez 3 a 0 sem suar a camisa. Consequentemente, a equipe garantiu a classificação isolada para a próxima fase do torneio.

Carlo Ancelotti soltou as amarras do ataque e colheu os frutos imediatamente. Vini Jr assumiu novamente o protagonismo, bagunçou a defesa escocesa e guardou dois gols decisivos. Além disso, o camisa 7 ditou o ritmo das transições ofensivas durante toda a partida. Logo, ficou evidente que o sistema italiano potencializou o talento do nosso atacante.

Houve, porém, um pequeno susto antes do intervalo. Após a pausa para hidratação e um gol anulado, os brasileiros diminuíram o ritmo perigosamente. Com isso, a Escócia adiantou suas linhas e tentou pressionar em cobranças de escanteio, mas Alisson mostrou segurança nas bolas paradas e neutralizou os adversários.

Foto/Divulgação: CBF

Enquanto os jogadores administravam o placar na segunda etapa, a torcida em Miami despertou. Os gritos por Neymar ecoaram pelo estádio. Afinal, o público ansiava pela volta do camisa 10 ao time canarinho. Ele caminhou para o aquecimento e a vibração das arquibancadas subiu de forma contagiante.

O terceiro gol brasileiro consolidou a festa e preparou o terreno perfeito para a substituição. Contudo, antes do craque pisar no gramado, Alisson ainda fez boas intervenções para frear o perigo. Somente depois disso, Neymar reestreou oficialmente e coroou uma atuação coletiva consistente. Dessa forma, Ancelotti ajustou suas engrenagens no tempo certo.

O próprio comandante destacou essa evolução na entrevista coletiva pós-jogo. Ele afirmou que os atletas entenderam a proposta e passaram a atuar como uma unidade. Por isso, a química atual do vestiário reflete diretamente no bom futebol apresentado nas quatro linhas.

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