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Conhecer os próprios direitos é um dos caminhos para ampliar a participação cidadã e fortalecer o protagonismo de crianças, adolescentes e jovens. Com esse objetivo, o projeto Cultura na Faixa realiza, no dia 22 de julho, das 14h às 16h, na Unidade Ana Clara, a segunda edição da “Roda de Saber – Um SER de Direitos”, atividade voltada aos participantes das oficinas artísticas do projeto. A programação integra um ciclo permanente de formações conduzido pela assessoria de Direitos Humanos do projeto e prevê encontros mensais sobre temas relacionados à cidadania e aos direitos humanos.
Durante o encontro, os educandos serão convidados a refletir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Estatuto da Juventude, conhecendo a origem dessas legislações, seus principais direitos e o papel dos órgãos responsáveis por garanti-los. A proposta também busca apresentar equipamentos públicos de proteção, canais de denúncia e explicar como leis são criadas e de que forma a população pode participar desse processo.
A atividade foi estruturada com metodologia participativa. Antes das apresentações, os jovens serão convidados a compartilhar o que já sabem sobre direitos humanos e sobre as leis brasileiras. A partir desse diálogo, os educadores conduzirão as discussões utilizando exemplos do cotidiano trazidos pelos próprios participantes, estimulando perguntas, troca de experiências e reflexão coletiva. A programação também inclui uma dinâmica inicial sobre acolhimento, empatia e convivência, além da produção de cartazes com os principais aprendizados do encontro.
Segundo o assessor de Direitos Humanos do projeto, Gustavo Bento, muitos jovens ainda desconhecem direitos básicos garantidos por lei e, em alguns casos, não reconhecem que determinadas práticas do cotidiano configuram violações. “Percebo que muitos jovens sabem pouco sobre leis relacionadas ao racismo e à homofobia. Ainda existe a prática do racismo e da homofobia recreativa, mesmo quando mostramos que essas atitudes são crimes. Conhecer esses direitos é fundamental para transformar essa realidade”, disse.
Além de apresentar os direitos previstos nas legislações, a roda de conversa pretende mostrar onde esses direitos podem ser reivindicados e como denunciar situações de violação. “Quando os jovens conhecem seus direitos, conseguem lutar para garantir seu bem-estar e passam a visualizar possibilidades de futuro diferentes das que conheciam até então. Saber onde cobrar políticas públicas e onde denunciar uma violação também fortalece a cidadania”, informou.
O debate também pretende estimular o interesse pela participação política. A iniciativa ocorre em um contexto em que a participação eleitoral entre adolescentes ainda representa um desafio. Dados da Justiça Eleitoral mostram que Rio de Janeiro e São Paulo registraram, em 2026, alguns dos menores índices de alistamento eleitoral entre jovens de 16 e 17 anos, reforçando a importância de discutir cidadania desde cedo.
A proposta nasce da escuta dos próprios educandos. Segundo a equipe do projeto, o tema surgiu após rodas de conversa anteriores, nas quais crianças e adolescentes relataram conhecer pouco sobre seus direitos e demonstraram interesse em aprofundar o assunto. O aniversário do ECA, celebrado em julho, também motivou a realização da atividade.
A expectativa é que o encontro fortaleça o sentimento de pertencimento dos participantes e incentive uma atuação mais ativa na construção de seus territórios, mostrando que conhecer direitos também significa compreender responsabilidades e participar das transformações sociais.
O Cultura na Faixa é um projeto da ONG Se Essa Rua Fosse Minha (SER), realizado por meio de convênio com a Transpetro, que promove atividades culturais, esportivas e de formação cidadã para crianças, adolescentes e jovens em diferentes territórios do estado do Rio de Janeiro.
Sobre o Cultura na Faixa
O Projeto Cultura na Faixa é uma iniciativa sociocultural e educacional voltada para comunidades situadas nas faixas de dutos da Transpetro, na Baixada Fluminense (RJ). Seu objetivo é fortalecer vínculos comunitários, promover a convivência em grupo e prevenir situações de risco social, criando espaços seguros e colaborativos.
Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, o projeto estimula a cultura de paz e o desenvolvimento comunitário, ampliando seu impacto por meio de parcerias com a sociedade civil e o setor privado. Cada território conta com uma base de apoio comunitária fixa, garantindo presença contínua e reforçando o sentimento de pertencimento junto à população local.
Fonte: Flavia Ferreira

Parabéns pela iniciativa.
Seria interessante convidar as mães solo junto a defensoria pública ora OAB, para buscar seus direitos de pensão alimentícia para as crianças sem o registro do pai na certidão de nascimento ora CPF CIN.
Não obstante oferecer de forma gratuita ou através do sistema judiciário opção de exames de paternidade.
Lindo projeto.
Faço votos que consigam apoio da prefeitura e de parcerias privadas.
Desejamos todo sucesso do mundo a estes pequenos cidadãos brasileiro
Sem mais,
Best Regards
LEANDRO DE SOUZA TEIXEIRA
LEANDRO TEIXEIRA GONÇALVES
ELIANE RODRIGUES TEIXEIRA ( do lar )
CIN 08625098746 ( do lar )
CIN 08575132733
TRT-JT N 01004010820165010482
INSS 00056436520168190068
PETROLEIRO expert em cabeça de poço de petróleo Engenheiro Sênior SUBSEA VÍTIMA DE ACIDENTE DE TRABALHO EM UMA EXPLOSÃO OFFSHORE QUAL ME DEIXOU COMO PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA COM INVALIDEZ ORA INCAPACIDADE GRAVE E PERMANENTE IIMOOSSIBILITADO DE TRABALHAR POR TEMPO INDETERMINADO.