Bendita da Silva. Foto/Divulgação: Renan Nascimento
Quem vê a candidata ao Senado Benedita da Silva (PT) fazendo uma agenda intensa de campanha, subindo em trio-elétricos, fazendo carreatas, indo a feiras e caminhando no meio da multidão, costuma fazer a mesma pergunta: de onde vem tanta energia, aos 84 anos? Ela explica: além de uma boa herança familiar, ela tem cuidados cultivados ao longo da vida.
A longevidade está na família. Seu pai, seu João, viveu até os 107 anos, lúcido e saudável, e morreu enquanto dormia. Mas Benedita também tem seus hábitos: procura fazer hidroterapia bem cedinho (a agenda de campanha tem atrapalhado essa rotina), come muitas frutas e não toma café – prefere chá, muitos chás de ervas. À noite, procura não comer depois das 19h.
À mesa, não há segredo sofisticado. Ela gosta do que chama de “comida de verdade”: arroz, feijão, legumes e carne. “Sou carnívora”, conta. Também nunca fumou nem bebeu. A decisão tem uma razão pessoal, além da religiosa: a convivência com o alcoolismo da mãe e do falecido marido marcou sua relação com a bebida.
Para Benedita, a disposição que chama atenção na campanha e deixa as novinhas que a acompanham de língua de fora vem de uma vida inteira de escolhas simples — e, ela reconhece, de uma boa dose de sorte na genética.
Fonte: Ascom
