Júnior Pires - 2

Júnior Pires (Foto: Divulgação)

Homens estão quase tão vaidosos quanto as mulheres e os números comprovam essa mudança de comportamento. Dados da clínica do especialista em harmonização facial Júnior Pires mostram que atualmente cerca de 40% dos pacientes atendidos são homens, um reflexo claro de como o cuidado com a aparência deixou de ser exclusividade feminina.

Durante muito tempo, a vaidade esteve culturalmente associada às mulheres, que historicamente sempre buscaram mais cuidados estéticos. No entanto, esse cenário vem mudando de forma consistente nos últimos anos, impulsionado por transformações sociais, profissionais e pela valorização da imagem pessoal.

“Essa mudança é muito clara no dia a dia da clínica. Os homens estão mais atentos à própria aparência e sem receio de buscar procedimentos estéticos. Hoje, eles representam quase metade dos atendimentos, algo impensável há alguns anos”, afirma Júnior Pires.

Segundo o especialista, boa parte dessa procura vem de empresários, executivos e profissionais que desejam se posicionar de forma mais forte no mercado, entendendo que a aparência também influencia na confiança, credibilidade e presença profissional.

“Vivemos em um mundo cada vez mais visual. A imagem comunica muito, principalmente no ambiente profissional. Os homens perceberam isso e passaram a enxergar os procedimentos estéticos como autocuidado, autoestima e até estratégia de posicionamento”, explica.

Entre os tratamentos mais buscados pelo público masculino estão a definição do contorno facial, preenchimento de mandíbula e procedimentos que suavizam marcas de expressão, sempre priorizando naturalidade e respeitando as características do rosto masculino.

“A maioria dos homens quer melhorar a aparência sem mudar quem é. Eles buscam um visual mais descansado, confiante e harmônico, sem exageros”, completa Júnior.

O crescimento do público masculino nas clínicas reforça uma mudança cultural significativa. Cuidar da aparência deixou de ser tabu e passou a ser parte do cuidado pessoal, independentemente do gênero.


Fonte: Fábio Torres

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *