Benedita. Foto/Divulgação: Renan Nascimento
Candidata ao Senado falou de sua trajetória, destacou políticas sociais e convocou apoiadores para a reta final da campanha
Em discurso neste sábado (26), durante caminhada na Taquara, Zona Oeste do Rio, Benedita da Silva recorreu à própria história para falar das mudanças vividas pelas comunidades e pedir que seus apoiadores mantenham a mobilização até o dia da eleição.
Ao lembrar o tempo em que moradores não tinham acesso à água, luz ou casas de alvenaria, a candidata afirmou que conhece essa realidade por experiência própria:
“Pois é, minha gente, como eu sou quase centenária, eu conheço essa história não porque eu li. Eu conheço essa história porque eu vivi. Eu vivi essa história. Por isso, por isso é que eu tenho família aqui na Vila Kennedy. Eu tenho família em quase todas as favelas do estado do Rio de Janeiro, porque nós sabemos o quanto foi difícil pra gente chegar até aqui.”
Benedita citou o Minha Casa, Minha Vida, o Pé-de-Meia, o Bolsa Família e o SUS ao falar das políticas públicas que, segundo ela, mudaram a vida da população. Também destacou as mulheres como uma de suas principais bandeiras, mencionando jovens, mulheres maduras e idosas “que continuam batalhando, continuam na luta”.
A candidata pediu votos para Lula, Eduardo Paes, Pedro Paulp e os candidatos a deputado da aliança. Ao defender uma bancada estadual comprometida com a população, afirmou que o Rio precisa de representantes que saibam “conviver com todas as diferenças” e não discriminem o povo. Ela também apresentou sua candidatura ao Senado ao lado da de Pedro Paulo.
Em outra fala, usou uma metáfora do futebol para convocar os apoiadores a seguir trabalhando até o fim da votação. “Nossa força tem que prevalecer até os 45 minutos do segundo tempo no dia quatro. Com direito a prorrogação”, disse. Para Benedita, a equipe só poderá descansar “na hora que fecha a urna”. “Vamos à vitória!”, concluiu.
Fonte: Ascom
