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Foto/Divulgação: Bruno Maia/Maricá F.C

Empresa utiliza informações fisiológicas e genéticas para auxiliar no planejamento, na recuperação e no desenvolvimento dos jogadores

O Maricá Futebol Clube dá mais um passo na busca por inovação e conhecimento científico dentro do futebol. O Tsunami firmou parceria com a Physiogene, empresa especializada em fisiologia e genética aplicada ao esporte, que passará a contribuir com informações para auxiliar no acompanhamento e na individualização do trabalho realizado com os atletas do clube.

A proposta parte de um princípio cada vez mais presente no esporte de alto rendimento: embora jogadores realizem os mesmos treinamentos, seus organismos podem responder de maneiras diferentes às cargas e aos estímulos. Para Chiaretto Costa, profissional responsável pelo trabalho apresentado ao clube, compreender essas diferenças é fundamental para potencializar o desenvolvimento de cada atleta.

“Você pode dar o mesmo treino para três atacantes, três zagueiros ou três laterais e cada um responder de uma maneira. Um pode evoluir muito, outro pode sentir mais o treinamento e outro praticamente não apresentar nenhuma alteração. Isso nos leva ao princípio da individualização biológica”, explicou.

Dentro desse processo, a análise genética surge como mais uma fonte de informação. A Physiogene trabalha com testes que identificam determinadas características relacionadas às respostas ao exercício. Entre elas, estão aspectos ligados à força, potência, resistência e recuperação após os esforços.

O trabalho tem como base a pesquisa desenvolvida pelo doutor João Bosco Pesquero, professor do curso de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e atual consultor sênior da empresa, responsável pela área de painéis genéticos. Iniciada em 2008, por meio do Projeto Atletas do Futuro, a pesquisa deu origem à formação do banco de dados genéticos do Atleta Brasil.

Foto/Divulgação: Bruno Maia/Maricá F.C

Pesquisa aprofundada

Mais de três mil atletas passaram por análises em diferentes modalidades esportivas. O trabalho também já foi desenvolvido em equipes de futebol, basquete e com atletas de seleções brasileiras.

No futebol, a metodologia já foi utilizada nas categorias de base e em equipes do cenário nacional. Agora, a chegada ao Maricá FC representa uma nova etapa dentro de um projeto que busca integrar ciência, tecnologia e profissionais de diferentes áreas.

“O mais importante é que quem vai manejar essa informação no dia a dia são as comissões técnicas e médicas. Nós fornecemos uma informação a mais para que os profissionais possam tomar decisões. O teste não substitui ninguém. Ele complementa o trabalho que já é realizado”, destacou Chiaretto.

Trabalho integrado

Para o pesquisador, a chegada da empresa ao clube também está relacionada ao momento vivido pelo projeto.

“Quando você tem bons profissionais na comissão técnica, que é o caso do Maricá F.C, olhando para figuras como o professor René Simões e todo o trabalho que está sendo desenvolvido, você vai ter, com certeza, profissionais que vão aproveitar essa informação e melhorar a função do jogador dentro de campo.”

Com a união entre ciência e futebol, Chiaretto vê na parceria uma oportunidade de contribuir para uma nova etapa de evolução do Maricá F.C.

“Quando você utiliza ferramentas avançadas e informações qualificadas, aumenta as chances de melhorar os resultados. Estamos muito felizes em fazer parte de um projeto como esse e dessa trajetória que se inicia agora. O clube está começando uma nova era.” Finalizou.

Com a chegada da Physiogene, o Tsunami reforça a utilização da ciência e da tecnologia como aliadas de seu projeto esportivo, somando novas informações ao trabalho já realizado e ampliando o olhar sobre o desenvolvimento de seus atletas.

Foto/Divulgação: Bruno Maia/Maricá F.C

Fonte: Comunicação Maricá F.C

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