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Iniciativa oferece suporte psicológico, jurídico e assistencial para fortalecer mulheres que enfrentam desafios na busca por inclusão

Com o lema de buscar “Mais inclusão, mais respeito e mais oportunidades”, foi lançado oficialmente nesta terça-feira, 22 de setembro, na Galeria Kriarth, no bairro Gradim, o Projeto Vozes Atípicas. A iniciativa surge no município com um propósito claro: organizar mães e familiares para a luta pelos direitos de seus filhos com deficiência, ao mesmo tempo em que oferece uma rede robusta de cuidado voltada para a saúde e proteção dessas mulheres.

Reconhecendo a extrema sobrecarga que recai sobre as figuras maternas na rotina de cuidados e na constante busca por serviços públicos adequados, o Vozes Atípicas atua em três frentes fundamentais: apoio psicológico, assistência social e orientação jurídica. O objetivo é “cuidar de quem cuida”, instrumentalizando essas mães para que tenham condições emocionais e técnicas de reivindicar políticas de inclusão.

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“Muitas vezes, a mãe de uma criança atípica se vê exausta, lidando não apenas com as demandas diárias, mas com uma sociedade que impõe barreiras ao invés de pontes. O Vozes Atípicas chega para dizer a essas mulheres que elas não estão mais sozinhas. Nosso foco é acolher e fortalecer cada uma delas, para que, juntas e organizadas, possamos ser uma voz forte na luta inegociável pelos direitos dos nossos filhos”, afirma Alessandra Nicacio, Diretora do Projeto.

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Uma rede de solidariedade e parcerias institucionais
Para garantir um atendimento plural e efetivo, o projeto não atua sozinho. O Vozes Atípicas firmou parcerias estratégicas com instituições que já possuem um histórico de impacto social na região. A rede de apoio conta com:
ONG Te Orienta Mulher (@teorientamulher.rj): Atuando ativamente na prevenção à violência contra a mulher e no empoderamento feminino.
ONG ASEBERJ (@aseberj.oficial): Associação estadual dedicada à promoção da saúde e do bem-estar da pessoa com deficiência.
Projeto TeAcolher (@teacolhermaes): Iniciativa parceira que também soma forças no acolhimento materno.

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Sobre a estruturação do projeto, Gabriel Martins, Articulador Institucional e Assistente Social do Vozes Atípicas, destaca a importância da união de forças: “Do ponto de vista social e institucional, organizar essa rede é urgente. Não se trata apenas de um grupo de escuta, mas de um espaço de empoderamento e garantia de direitos. A parceria com outras instituições consolida nosso amparo jurídico e assistencial, criando uma teia de proteção real que transforma a realidade das mães e, consequentemente, garante um futuro mais digno para as crianças e adolescentes.”

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O evento de lançamento reuniu a equipe organizadora, parceiros e a comunidade local em um encontro marcado pela união e representatividade.

Fonte: Ascom 

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