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FOTO/DIVULGAÇÃO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Por Yuri Griem

Tricolor sofre com cruzamentos na defesa, mas também transforma jogadas pelo alto em arma ofensiva após chegada de Marcão

O Fluminense acendeu novamente o sinal de alerta para a fragilidade nas bolas aéreas. Na vitória por 2 a 1 sobre o Remo, pelo Campeonato Brasileiro, a equipe sofreu mais um gol após cruzamento, aumentando para 16 o número de tentos sofridos dessa maneira na competição, entre jogadas com a bola rolando e lances de bola parada.

A preocupação já vinha sendo tratada internamente pelo elenco. Thiago Silva revelou que tem participado, ao lado de Fábio e da comissão técnica de Marcão, dos ajustes para melhorar o posicionamento e a concentração defensiva. O capitão também destacou a importância da troca de informações para corrigir os erros apresentados pelo time.

Se a bola aérea preocupa na defesa, no ataque ela tem sido uma das principais armas do Tricolor. Cinco dos últimos seis gols marcados pela equipe surgiram em jogadas pelo alto, mostrando que a estratégia também vem dando resultado no setor ofensivo.

Além dos ajustes táticos, a chegada de Marcão trouxe uma mudança de comportamento que chamou a atenção do comentarista Denilson. Para ele, o Fluminense passou a demonstrar mais intensidade, disposição e competitividade desde a saída de Zubeldía, com o elenco mostrando maior empenho na disputa por cada bola.

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