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Foto/Divulgação: Bruno Spada-Câmara dos Deputados

Parlamentar apresentou na PGR, no dia 29 de janeiro, pedido de afastamento do ministro

 

Antes mesmo dos novos fatos relacionados a Dias Toffoli serem apresentados pela Polícia Federal, a deputada federal Heloisa Helena (Rede-RJ) já havia encaminhado representação à Procuradoria Geral da República, no dia 29 de janeiro, pedindo a suspeição do ministro do Supremo Tribunal Federal na condução do inquérito que apura irregularidades praticadas pelo Banco Master. Agora, mais uma vez, ela defende a saída imediata do ministro da relatoria do caso no STF.

“Há mais de 15 dias pedimos que o relator do caso fosse substituído na mais alta Corte do país, para que não pairasse qualquer dúvida sobre a lisura do processo. Em janeiro, eu e as deputadas Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Sâmia Bonfim (PSOL-SP) protocolamos a representação na PGR pedindo a saída do ministro do caso”, lembra a deputada federal Heloísa Helena.

O pedido das parlamentares foi o primeiro relacionado ao tema feito por parlamentares de esquerda. As deputadas Heloisa Helena e Fernanda Melchionna também estão finalizando a coleta de assinaturas para a instalação de uma CPMI na Câmara dos Deputados para “desvendar os esgotos do Banco Master e para que o povo brasileiro possa, didaticamente, acompanhar e não permitir que tanta promiscuidade volte a acontecer no país”.

A Polícia Federal apresentou ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, relatório que revela que o nome do ministro Dias Toffoli foi mencionado em mensagens e diálogos extraídos do celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O ministro assumiu, nesta quinta-feira, ser sócio da empresa Maridt, que vendeu participações por meio de fundos no resort Tayayá, no Paraná, para Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.

 

Fonte: Ana Paula Araripe

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