Cantos e Contos de Vissungos. Foto/Divulgação
CCPCM recebe em sua varanda Contos e Cantos de Vissungos
Como parte do projeto Contos na Varanda, no sábado, 28 de março, às 11h, Centro Cultural Paschoal Carlos Magno recebe o espetáculo “Contos de Vissungos”, um conto autoral, criado pela cantora e contadora de histórias, inspirado nos cantos de trabalho dos escravizados da região de São João da Chapada, em Minas Gerais.
O espetáculo narra a trajetória de personagens fictícios que retratam um pouco do cotidiano do povoado no período em que os cantos foram recolhidos pelo pesquisador Aires da Mata Machado (1928). Dividida em três episódios com 15 min cada: Seu Pedro, Dona Sebastiana e o Muriquinho. Cada personagem traz suas sonoridades e cantigas que contam sua história.
Os Vissungos representam um dos maiores símbolos de resistência cultural através do qual permitiu por muito tempo manter tradições, fundamentos e o dialeto de origem banto.
Nesta apresentação a proposta será narrar a trajetória de Dona Sebastiana que é uma lavadeira e durante o trabalho recorda momentos de sua vida utilizando bonecos feitos de cabaça criando uma linguagem lúdica própria para o público infantil e todas as idades.

Serviço
Contos na Varanda – Ana Rosa: Contos e Cantos de Vissungos
Data: Sábado, 28 de março de 2026
Horário: 11h
Entrada Gratuita
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
End: Campo de São Bento – Entrada pela Lopes Trovão, Icaraí
Theatro Municipal de Niterói recebe o clássico “O Cravo e a Rosa”
Da televisão para o sucesso nos palcos: “O Cravo e a Rosa” chega ao Theatro Municipal de Niterói, em curta temporada, de 27 a 29 de março, de sexta a domingo. Com texto de Walcyr Carrasco e direção de Pedro Vasconcelos, a peça traz Paloma Bernardi e Marcelo Faria nos papéis principais.
Ambientada na São Paulo do final da década de 1920, “O Cravo e a Rosa” conta a história do relacionamento tumultuado de Petruchio, um rude fazendeiro em dificuldades financeiras, e Catarina, uma temperamental jovem rica e feminista, conhecida pelo apelido de “fera” por afugentar seus pretendentes. Com o desenrolar de uma trama hilária e emocionante, ele precisa conquistá-la para pegar seu dote e pagar suas dívidas. No entanto, entre tapas e beijos, ambos se apaixonam perdidamente.
A obra é inspirada em “A Megera Domada”, uma das peças mais famosas do dramaturgo inglês William Shakespeare, e transporta o público para uma época em meio a questões importantes como o voto feminino e a igualdade de gênero, tema esse ainda relevante para o nosso país.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Walcyr Carrasco
Direção e adaptação: Pedro Vasconcelos
Direção de Produção: Marcelo Faria
Elenco: Paloma Bernardi (Catarina), Marcelo Faria (Petruchio), João Camargo (Batista), Catarina de Carvalho (Bianca Batista), Rosana Dias (Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Venceslau Torres)
Cenografia e Figurino: Ronald Teixeira
Desenho luz: Luciano Xavier
Iluminação e som: Leonardo Diniz
Visagismo: Fabiola Gomez
Trilha Sonora: Bruno Marques
Pianista convidada: Cleo Boechat

Serviço
O Cravo e a Rosa – teatro
Datas: 27, 28 e 29 de março de 2026
Horários: 20h (sexta e sábado) e 18h (domingo)
Duração: 110 min
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: R$100,00 (sexta e domingo) | R$120,00 (sábado)
Vendas na Bilheteria do Theatro ou no Site Fever
Local: Theatro Municipal de Niterói
End: Rua XV de Novembro, 35 – Centro
Com apresentações agendadas para a Sala Nelson Pereira dos Santos, no fim de semana de 28 e 29 de março, às 16h, as “Lendárias do K-pop” revelam a história do Huntrix, um grupo fictício de idols que vive uma dupla vida: estrelas internacionais durante o dia e guardiãs místicas da humanidade quando as luzes do palco se apagam.
Unidas por laços de amizade, talento e destino, as integrantes do Huntrix descobrem que a música é mais do que entretenimento – ela é uma poderosa arma espiritual. Seus sons, vozes e performances canalizam energias ancestrais capazes de enfrentar forças sombrias que ameaçam romper o equilíbrio entre os mundos. Cada show é, na verdade, um ritual; cada canção, um feitiço entoado para proteger a Terra.
A narrativa ganha ainda mais tensão com a presença de Jino, um carismático e enigmático cantor de K-pop que surge como rival direto do grupo. Ícone absoluto da indústria musical, Jino esconde intenções obscuras e um pacto perigoso com forças sobrenaturais, transformando a disputa por fama em um confronto épico entre luz e trevas.
Misturando a estética vibrante do K-pop contemporâneo com referências profundas ao folclore coreano, ao xamanismo (musok) e às tradições espirituais da Coreia do Sul, a obra cria um universo visual e narrativo original, onde deuses, espíritos e lendas antigas convivem com fãs, redes sociais e arenas lotadas. Elementos inspirados em mitos, rituais e símbolos ancestrais dialogam com temas atuais como identidade, pressão da fama, amizade e pertencimento.
“Lendárias do K-pop” é uma fantasia moderna repleta de ação, magia e ritmo, que celebra o poder da música como força de conexão, resistência e transformação. Um convite para mergulhar em um mundo onde o palco é sagrado, a batida é ancestral e as verdadeiras heroínas cantam para salvar o mundo.
Serviço
Lendárias do K-pop em “Quando a Música se Torna Magia”
Data: 28 e 29 de março de 2026
Horário: Sábado e domingo, às 16h
Duração: 55 min
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 80 (inteira) / R$ 60,00 promocional mediante doação de 1kg de alimento não perecível
Vendas na Bilheteria da Sala ou no Site Fever
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
End: Avenida Visconde do Rio Branco, nº 880, Niterói
No repertório, os artistas trarão versões de artistas como Rolling Stones, Nina Simone, Billie Eilish, Neil Young, Bob Dylan e Britney Spears, além de um debate sobre a música “Hey Joe” do lendário guitarrista Jimmi Hendrix.
Marcelo Rubens Paiva, que se dedica à música desde a juventude, é formado em violão clássico pelo Conservatório Magda Tagliaferro. Deu um tempo na música depois do acidente que lesionou sua medula, em 1979, quando tinha apenas 20 anos, e se dedicou à vida literária. Além de “Ainda Estou Aqui” (2015), ele escreveu “Feliz Ano Velho” (1982), ambos vencedores do prêmio Jabuti.
“Tenho pensamentos de aposentadoria. Agora sou rockeiro, tenho banda. Acho que me aposentei mesmo como escritor, como jornalista, talvez escreva uma coisa ou outra, mas acho que já deu”, declara.
Foto/DivulgaçãoServiço
Marcelo Rubens Paiva e Banda Lost In Translation
Data: Sexta-feira, 27 de março de 2026
Horário: 19h30
Duração: 120 min
Entrada Gratuita com distribuição de ingressos na bilheteria às 18h
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
End: Avenida Visconde do Rio Branco, nº 880, Niterói

