Foto/Divulgação: Fernando Maia - riotur
Enquanto marcas disputam atenção em feeds saturados e campanhas digitais cada vez mais ignoradas, a rua voltou a ocupar o centro das conexões reais. Shows lotados, festivais cheios e a chegada do Carnaval do Rio de Janeiro, considerado o maior espetáculo da Terra, mostram um movimento claro: as pessoas querem viver experiências presenciais, coletivas e memoráveis. E as marcas que não entenderem isso correm o risco de ficar invisíveis.
Para a Notancy, empresa especializada em humanizar o digital e aproximar marcas de pessoas, o Carnaval não é apenas uma festa popular. É uma das maiores plataformas de marketing do país, totalmente baseada em presença, contato humano e experiências reais.
“O Carnaval do Rio é um retrato fiel do que está acontecendo com o comportamento das pessoas. Elas não querem mais só consumir conteúdo, querem viver algo de verdade. A rua virou o principal meio de comunicação”, afirma Débora Klinger, sócia da Notancy.
Durante semanas, a cidade se transforma em um grande palco a céu aberto. Blocos lotam ruas, marcas disputam espaços físicos e a atenção acontece fora das telas. Para a Notancy, essa é uma oportunidade estratégica para empresas que desejam sair do marketing forçado e criar conexões naturais, integradas ao dia a dia das pessoas.
“O Carnaval mostra que conexão não se constrói com interrupção, mas com presença. Quando a marca entende o contexto da rua, ela deixa de empurrar mensagem e passa a fazer parte da experiência”, explica Sônia Fernandes, sócia da empresa.
A lógica é simples e totalmente factível. Enquanto o digital virou um ambiente de excesso, a rua se tornou o espaço da escuta, do encontro e da lembrança. Marcas que conseguem se integrar a esses momentos ganham algo que nenhum anúncio entrega sozinho: vínculo emocional.
A Notancy defende que o digital não deve desaparecer, mas precisa deixar de ser um fim em si mesmo. Ele deve funcionar como ponte, amplificador e continuidade do que acontece na vida real. Especialmente em eventos como o Carnaval, onde a emoção, a espontaneidade e o coletivo falam mais alto do que qualquer métrica de vaidade.
“O erro de muitas marcas é achar que o Carnaval é só visibilidade. Ele é relação. Quem entende isso não faz barulho, cria memória”, reforça Débora.
Com o DNA focado em humanização, criatividade e diferenciação, a Notancy atua justamente nesse ponto de interseção entre o online e o offline. Em vez de campanhas genéricas, a empresa propõe estratégias que colocam pessoas no centro e transformam presença em conexão real.
“O mercado passou anos prometendo fórmulas mágicas no digital. Agora, a rua está lembrando que marketing sempre foi sobre gente”, conclui Sônia.
Às vésperas do maior evento popular do país, o recado é claro. Enquanto muitos ainda insistem apenas no feed, a rua já voltou a ser o principal palco. E o Carnaval do Rio é a prova viva disso.
Fonte: Fabio Torres
