Foto/Divulgação: Vítor Silva / Botafogo
Glorioso abriu o placar na Arena Fonte Nova, mas jogou todo o segundo tempo com um homem a menos e acabou derrotado por 2 a 1
O Botafogo deixou escapar um resultado importante na tarde deste sábado (30), ao ser derrotado pelo Bahia por 2 a 1, de virada, na Arena Fonte Nova, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time alvinegro saiu na frente logo no início da partida, mas acabou castigado por erros individuais e pela expulsão do goleiro Neto ainda nos acréscimos do primeiro tempo.
A equipe comandada por Franclim Carvalho começou melhor e abriu o placar aos seis minutos em uma jogada individual de Huguinho. O volante avançou desde o campo defensivo e acertou um belo chute de longa distância, sem chances para o goleiro Ronaldo. O Botafogo ainda criou outras oportunidades para ampliar, mas não conseguiu transformar o domínio em mais gols.
O cenário mudou completamente no fim da etapa inicial. Após reclamar de forma excessiva com a arbitragem, Neto recebeu cartão vermelho direto e deixou o Glorioso com um jogador a menos para todo o segundo tempo. A expulsão obrigou o técnico a reorganizar a equipe e dificultou a missão de segurar a vantagem.

Mesmo com inferioridade numérica, o Botafogo resistiu até os 11 minutos da etapa final, quando Ferraresi tentou recuar uma bola para Raul e acabou marcando contra. O empate deu ainda mais confiança ao Bahia, que passou a pressionar em busca da virada diante de sua torcida.
O time carioca ainda teve chances nos contra-ataques, mas desperdiçou as oportunidades criadas. Já nos acréscimos, a pressão baiana foi recompensada. Após jogada pela direita, David Duarte apareceu na área para completar para o gol e decretar a vitória dos donos da casa por 2 a 1.
Com o resultado, o Botafogo permanece com 22 pontos e encerra sua participação antes da pausa para a Copa do Mundo cercado por frustração. Agora, o clube terá um longo período sem compromissos oficiais e buscará corrigir os erros que custaram pontos importantes nas últimas rodadas do Brasileirão.
Por Yuri Griem
