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Foto/Divulgação: Rafael Ribeiro / CBF

Por Guilherme Pinheiro

Durante a atividade desta segunda-feira em Brisbane, o italiano manteve a base do dia anterior. Consequentemente, repetiu uma escalação ousada com sete alterações no time titular. Mas quem realmente roubou a cena foi o centroavante Pedro, que fez dois gols em um treino de campo reduzido. O técnico escalou a equipe principal num 4-3-3 desenhado para explorar a velocidade. Assim, formou a linha defensiva com Otávio, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior. No meio-campo, Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo ditaram o ritmo. Enquanto isso, o trio ofensivo contou com Rayan, Vini Júnior e Raphinha improvisado como camisa 9.

Antes mesmo de a bola rolar para o segundo amistoso contra os australianos, Ancelotti atendeu os jornalistas. O comandante minimizou as críticas recentes sobre o desempenho irregular da equipe. Além disso, garantiu que a seleção possui um futuro promissor e precisa assumir as rédeas dos jogos:

“Estamos trabalhando por isso, para a Seleção Brasileira ser a protagonista. A expectativa de ser o técnico da Seleção Brasileira é muito alta. Aqui você tem que ganhar a Copa do Mundo, e não pensar em chegar aos primeiros lugares.”

Essa declaração revela a mentalidade pragmática que o italiano tenta injetar no vestiário. Em outras palavras, ele entende que apenas jogar bonito não basta se o troféu não vier. Por isso, a comissão técnica testa alternativas tão distintas. O próximo amistoso mostrará se essas sete mudanças vão realmente oxigenar o futebol da equipe.

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